O Carnaval está a chegar!

Os preparativos começaram …

Até amanhã!

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Rapa-línguas na Casa da Mata

               O 3º C no dia 17 de fevereiro, realizou uma visita de estudo à Casa da Mata que fica no Choupal. Foi uma verdadeira aventura porque fomos a primeira turma de 1º ciclo a realizar as atividades da Casa da Mata. O programa Casa da Mata está incluído no projecto Limites Invisíveis em que o conceito principal é outdoor learning, em ambiente de natureza.

                Quando chegámos ao Choupal, estavam à nossa espera duas professoras. Após as apresentações, seguimos caminho pelo meio da mata onde se iniciaram as atividades. Tínhamos que encontrar folhas iguais às que nos tinham sido distribuídas mas como estávamos sempre a tagarelar, apelidaram-nos logo de “RAPA-LÍNGUAS” que é uma espécie de planta que existe na mata. Durante o percurso, encontrámos um buraco… que animal viveria ali? Este foi o primeiro desafio, que após algumas pistas, descobrimos que era de um sapo.

Vimos muitos tipos de plantas: rapa-línguas, a erva da fortuna, a erva moleirinha, a cidreira, o cardo, urtigas e muitas mais.

No final do percurso, chegámos à Casa da Mata, onde estava o sr. Francisco à nossa espera para nos falar das plantas autóctones e plantas invasoras que existem no nosso país.

Colhemos folhas e raízes para preencher grelhas com a classificação de cada uma quanto à sua forma. Quem não conhecia a urtiga (e mexeu nela!) teve a oportunidade de conhecer também a aloé vera pois esta é a planta medicinal que se utiliza neste caso. Também transplantámos plantas para vasos e criámos o nosso jardim.

No intervalo destas atividades, tivemos oportunidade para ver um esquilo, ouvir os passarinhos, brincar e subir às árvores,… e comer ao ar livre.

Foi um dia incrível, espetacular, em cheio, divertido, … enfim, um dia a repetir no futuro! Deixamos algumas fotografias para “abrir o apetite…”

Os alunos do 3º C

Museu Machado de Castro

Visita ao Museu Machado de Castro

 No mês de fevereiro os alunos do 4.º ano foram visitar o Museu Nacional Machado de Castro. Foi dado este nome ao museu para homenagear o grande escultor Machado de Castro, que viveu na região de Coimbra.

Primeiro vimos uma maquete do forum (atual museu) e percebemos que por baixo do edifício os romanos construíram um Criptopórtico. Anteriormente, este era uma estrutura que servia de base ao forum. Posteriormente, o Criptopórtico foi um sítio usado para guardar os cereais, numa celas, a temperaturas baixas, para não se estragarem.

O guia mostrou-nos uma lápide com a prova que a cidade se chamava Aeminium, no tempo dos romanos. Visitámos o Criptopórtico, que parecia um labirinto e onde se encontravam alguns bustos esculpidos em pedra, que representavam imperadores e imperatrizes. Também vimos um marco miliário, que os romanos utilizavam para medir, em milhas, distâncias entre localidades. Encontrámos um tampo de uma mesa, em pedra, onde matavam os animais para oferecerem aos seus Deuses e também um local, onde o bispo guardava os seus cavalos, quando ali vivia. Sim, os bispos de Coimbra viveram no edifício desde o século X, até ao séc. XX (1911), quando o ofertaram para ser o atual museu e que abriu portas em 1913.

Depois visitámos a exposição do Tesouro da Rainha Santa Isabel, embora com poucas peças, estas eram muito valiosas. Entre as peças encontrava-se um colar, que era colocado às mulheres quando estavam a ter os seus filhos, para as proteger.

Como ainda sobrava tempo, fomos apreciar umas esculturas do mestre Pero, que foi o autor do túmulo de pedra da Rainha Santa e outras, como o Cristo Negro, a Virgem grávida e a única escultura, que o museu expõe que não é religiosa, um guerreiro.

Adorámos a visita e aprendemos muito sobre o nosso passado!